Читаем Versos em portugu^es: sobre isto полностью

Sobre! – a mulher – a esposa querida!


Minha filha 'e bela – n~ao 'e falta,

Minha filha 'e bela – 'e limpa.

Minha filha 'e bela – 'e amada,

Minha filha – o prankish 'e bela.

Na noite da nomeac~ao escapou – para a manh~a em uma bainha trouxe `a crianca,


Voc^e ainda a crianca – a minha crianca,

Em uma bainha um vestido – a crianca trazido.

A m~ae lhe dar'a o conselho – 'e aconselhadora seu,

Ele o seu amigo – o seu defensor.

'E aliado seu – 'e s'o uma m~ae.


Nos consolar'a sempre – e s'o ele sem alegrias,

No cemit'erio para ver uma sepultura ela – o pedregulho do filho.

Isto que tendo aceita batalha – foi morto pelo franco atirador de um rifle,

Um peito passou-o – o soldado, o filho, o patriota.

Para m~aes e esposas, pais e filhos – para a p'atria.


'E o nosso her'oi – o feito esquecido,

S'o a m~ae se lembra de um ato seu.

O nosso defensor ele – 'e o nosso her'oi,

Ele a p'atria o defensor – o her'oi.

O filho ele as pessoas – 'e defensor.


O pai – o propriet'ario do centro,

'E o marido da esposa – 'e o meu pai.

'E pessoa da fam'ilia – 'e o nosso pai,

'E nossa m~ae – o propriet'ario do centro do fogo.

Todos n'os s~ao fam'ilia – o sangue aparentado.


Festa


Festa de peste – em sa'ude de peste,

Natureza da nossa vida de peste.

A nossa festa – loucura louca,

O nosso mundo a peste de obediente.


Todos n'os s~ao doentes – s~ao doentes com a peste contagiosa,

A peste adquire de n'os o melhor.

Todos n'os s~ao doentes – peste contagiosa,

Chamamos o seu dinheiro.


Neles a nossa felicidade – a nossa ru'ina,

Neles a nossa forca – morte.

Em peste de um dinheiro de uma Inundac~ao,

Em peste do seu equivalente verde.


Sil^encio


As estrelas do Caminho Leitoso – o nosso caminho na escuridade exterior iluminam,

Havia em uma escurid~ao da noite, chuva de estrela.

Abaixo de um c'eu da noite l'actea – flutuam durante uma noite de escurid~ao,

Bruxuleio – em um luar de noite.


Estrelas, de noite de campanha – cores do bruxuleio da lua,

Orqu'ideas selvagens da lua – noite de flores,

As estrelas de noite – juram em terras.

Orqu'ideas selvagens de sil^encio.

Chuva – o prankish, vazado `a noite,

As nuvens na noite de uma estrela extintas.

A lua saiu – apagam um luar,

No campo de sil^encio orqu'ideas selvagens – em amor de calma da noite.


O sil^encio – a calma do resto sereno 'e perfeita,

Em paz do ser humano de almas – permanecem serenos.

A lua – o prankish ele,

D'a-nos o carinho de alegria.


Bruxuleio de estrelas – brilhos de m^es,

A cometa voa l'a.

De noite calma – em uma escurid~ao de noite,

A nossa esperanca l'a e calma.


Vento


O sol partiu por causa de nuvens – um arco-'iris no c'eu,

Ar limpo em volta – nuvens no c'eu.

O vento 'e r'apido – ai 'e maroto – nuvens de passeios rapidamente,

Rapidez de uivo de vento – um sussurro de folhas a Pe~na.


O vento prankish depois dos apitos de distrito,

Importuna 'arvores.

Folhagem – as 'arvores um sussurro de alegria sussurram,

n~ao pena.


O vento 'e forte, uiva,

'Arvores de intervalos, no mar levanta uma tempestade – uma tempestade.

Calor rangeu em, no olvido da calma,

Resto e amor – beleza de sil^encio humilde.


Cidade de um sonho


A minha luz – a cidade natal,

A minha luz – o ouro de cidade.

A minha luz – a cidade um ouro

A minha luz – a cidade 'e corada.


'E belo – a minha cidade,

'E belo – a sua cidade.

'E amado – 'e belo,

A calma – descansa nele.


'E belo para viver n~ao proibir'a – na minha cidade,

Aqui diferentemente est'a – na cidade natal.

'E rico ou pobre – n~ao muito bem aqui,

O resto e o sil^encio – n~ao est~ao presentes uma mentira aqui.


Onde 'e a mina de cidade?

S'o ele no meu sonho – n~ao aqui.

N~ao h'a nenhum est~ao – l'a todos s~ao iguais,

L'a a calma e uma superf'icie lisa – l'a esperam por n'os.


Queda


Amor, o sussurro de queda de folha 'e perfeito,

Amor, encontrar'a uma pacificac~ao aqui.

Beleza de amor e sussurro de folhas amarelas,

Pacificac~ao encontrar'a almas aqui.


Sobre! – Caem! 'E bela!

Sobre! – Caem! Ouro tamb'em 'e brilhante,

Sobre! – Caem! Maravilhoso tempo.


Coberto de folhagem, amarela um ver~ao geral,

Olhamos em voc^e, um decl'inio o ouro de sol,

Todas de terras em ouro brilhante,

No amor a queda de uma queda de folha 'e perfeita.


Em um repique de um trov~ao, nuvens terr'iveis,

Brilhante de tempestade de rel^ampagos.

A chuva flui na terra aqui,

Os cogumelos o tempo vieram.


Aqui todos os cogumelos na floresta,

Chanterelles crescem aqui.

Aqui n'os mosca agarics, espere,

Chanterelles vivem aqui.


Aqui s'o resto,

H'a um resto e a calma,

Aqui floresta e casa, floresta dos animais.


Resto e sil^encio, beleza florestal.

Resto de floresta dos animais, casa verde.

Em amor `a natureza, resto de sil^encio,

Em paz do sil^encio, ame `a sua criac~ao perfeita, queda.


Sobre amor a estac~oes


Amo o inverno, amo a primavera,

Amo o ver~ao, amo a queda.

Todas as ocasi~oes s~ao amadas por mim anos,

Amo, tempos perfeitos I anos.


O inverno veio! Uma manta branca a terra foi posta por ele.

Geada fria, congele o nariz vermelho,

Trouxe-nos presentes.

Ano Novo, geada e gelo.


As criancas jogam bolas de neve,

Esqui, esteja no gelo.

Jogue o h'oquei, os flocos de neve ao sabor do vento andam,

Перейти на страницу:

Похожие книги